Atividades

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IDADES ENTRE OS 5 E 7 ANOS

AOS SÁBADOS DAS 9H30 ÀS 13H00
ENTRE 10 NOVEMBRO E 15 DEZEMBRO

 

SESSÕES:

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AS INSCRIÇÕES PARA AS SESSÕES
ABREM NA SEMANA ANTERIOR À MESMA

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O QUE SÃO AS OFICINAS CRIATIVAS?

São oficinas interdisciplinares, para crianças dos 5 aos 7 anos, que exploram vários materiais e técnicas assentes na vida e obra do artista Nadir Afonso. Pretende-se que estas horas lúdicas sejam também fonte de desenvolvimento da criatividade de cada um dos intervenientes e estímulo das suas expressões (motora, musical, dramática ou plástica).

 

 

QUEM SÃO OS FORMADORES ?

 

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ANA FERREIRA
ARTES-PLÁSTICAS

Nascida em Boticas, Ana Ferreira ingressa na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho, em 2009. Ainda no primeiro ano, frequenta um curso de Fotografia Analógica, lecionado na escola.
De 2012 a 2013 estuda em Maribor, na Eslovénia, no âmbito do programa Erasmus. Em 2014 participa no workshop Metamorphoses, lecionado pelo arquiteto francês Jean-Philippe Vassal.
No ano de 2015 concorre ao concurso de fotografia Outra Prima - Arquitectura Reflectida, da rede social Instagram, organizada pela Ordem dos Arquitetos, sendo selecionada para a final com duas fotografias. Estas acabam por ficar em exposição no Museu Soares dos Reis, no Porto.
Em março de 2016 termina o curso com a tese de mestrado “O Plano de Kenzo Tange para a Reconstrução de Skopje: Contexto, Desenho e Evolução”, onde explora a teoria e o desenho.
Em maio do mesmo ano realiza, em conjunto com três colegas, o projeto “Aqui ao Lado - Percursos de Arquitetura em Barcelos”, com o propósito de dar a conhecer arquitetura portuguesa de relevância histórica, inserida no contexto de pequenas cidades. Este projeto conta com a participação de diferentes oradores, onde se incluem nomes como o arquiteto Nuno Portas e o arquiteto José Carlos Loureiro.
A outubro de 2017 participa no “Congresso Internacional: As Cidades na História - Sociedade, em Guimarães”, juntamente com o orientador de tese - Eduardo Fernandes -, onde é apresentado o paper “Entre Skopje e Guimarães. História e Utopia nas Visões Urbanas de Kenzo Tange e Fernando Távora”.
Trabalha, desde julho de 2016, no escritório Filipa Guimarães - Arquitetura e Reabilitação, em Guimarães, cidade onde reside atualmente.

 

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MARCELO FERNANDES
CORPO, MOVIMENTO, VOZ

Marcelo Lameiras Fernandes nasce a dezembro de 1992, em Chaves.
É aos cinco anos, quando entra no ensino básico (Vilar de Nantes - Chaves), que o seu gosto por música é despertado. No entanto, é apenas ao terminar o ensino primário que decide apostar na sua formação musical certificada.
Deste modo, aos 9 anos inscreve-se na Escola de Música Mozart, onde inicia o estudo de Piano, tendo concluído o 4º grau.
Prossegue os estudos até ao 12º ano em Chaves e, aos 20 anos, inicia o Curso de Especialização Tecnológica (CET) em Produção nas Artes do Espetáculo, na Escola Superior de Bragança.
Após concluir o CET, prossegue os estudos também na Escola Superior de Bragança, na licenciatura em Música.
Neste momento, Marcelo é membro da banda de folk Enraizarte, onde é responsável pela guitarra e teclas.

 

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JOÃO VAZ CUNHA
TEATRO

Nasce em Lisboa em 1995, mas vive em Chaves entre 1999 e 2013.

Durante o tempo em que vive em Chaves desenvolve, mais particularmente desde 2008, um gosto pelo teatro musical. Em 2009 começa a ter aulas semanais na AAC (Academia de Artes de Chaves) com a professora Cristina Nunes.
Em 2013 ingressa no curso de Teatro na Universidade do Minho, tendo concluído a licenciatura em 2016.
Ao longo do seu percurso fez alguns projetos com a AAC e com o TEF (Teatro Experimental Flaviense), na sua maioria musicais, como o Annie, o Godspell, O Rei Leão, entre outros.
Em 2015, com a produção da INDIEROR e no espaço do TEF, entra na produção da versão musical “O Despertar da Primavera”.
Já em 2018, participa em mais um projeto com a INDIEROR: a adaptação dramática do romance “Os Livros que Devoraram o Meu Pai”, obra da autoria de Afonso Cruz, que contou com críticas muito positivas. Ainda em 2018 colabora com a CARB (Cooperativa Artística da Raia Beirã) em Castelo Rodrigo, num espetáculo acerca da lenda da Serra da Marofa, encenado por
Miguel Fonseca e produzido por Simão Barros.
No mês de setembro de 2018 ingressa na Licenciatura em Teatro – Variante de Interpretação da ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) do Politécnico do Porto, com o objetivo de aumentar as suas competências enquanto ator.

 

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PARA MAIS INFORMAÇÕES E ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS CONTACTE:

mac.nadirafonso@chaves.pt | fb/paginaoficial.museunadirafonso | +351 276 009 137

 

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