Exposições Anteriores

 

EXPOSIÇÕES REALIZADAS

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO

 


REGISTOS DE LUZ

30 de novembro de 2019 - 29 de março 2020

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PINTURA IMPRESSIONISTA DE SOUSA LOPES


A COLEÇÃO DO MNAC (1900-1950)


Curadoria Maria de Aires Silveira

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IMPRESSIONIST PAINTING BY SOUSA LOPES


THE MNAC COLLECTION (1900-1950)


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Habitar a Obra

8 de maio a 30 de outubro 2019

 

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HELENA ALMEIDA

Habitar a Obra

 

A Fundação de Serralves e a Câmara Municipal de Chaves convidam para a inauguração da exposição “Helena Almeida: Habitar a Obra – Coleção de Serralves”, no dia 07 de maio de 2019, às 18h00, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves.

Com esta exposição, que parte de um importante núcleo representativo da obra de Helena Almeida na sua Coleção, Serralves pretende também homenagear a artista recém-falecida, após a grande exposição que lhe dedicou em 2015 e que nos dois anos seguintes viajou para o Jeu de Pomme, em Paris, para o Centro de Arte Contemporânea Wiels, de Bruxelas, e para o IVAM, em Valência.

Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo. Nas palavras da artista: “a minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”.

À inauguração seguir-se-á uma conversa entre Marta Moreira de Almeida, comissária da exposição, e Bernardo Pinto de Almeida, historiador de arte e conhecedor da sua obra, num renovado gesto de homenagem à artista.

 

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Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As primeiras telas abstratas da artista abordavam de forma crítica os limites do espaço pictórico e as condições literais da pintura. Esse interesse estendeu-se nos anos 1970 à fotografia, onde o inconfundível espaço do ateliê da artista e o corpo feminino, fragmentado ou parcialmente obscurecido, se tornaram presenças recorrentes. É o caso da obra Sem título, de 1994-95, que integra esta exposição: uma sequência fotográfica de vinte elementos onde a artista se fez fotografar a distâncias várias e onde a escala e o número de elementos que a constituem, associados à dimensão espacial que sobressai do percurso/performance da artista pelo espaço fotografado, revelam uma abordagem inovadora à relação do corpo com o espaço.

Apesar de trabalhar em meios vários, a artista delineia meticulosamente esta coreografia e a composição de muitas das suas obras em estudos e desenhos preparatórios que evidenciam a sua utilização da cor e o poder psicológico do corpo humano. Nas palavras de Helena Almeida: "a minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”.

 

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27 outubro de 2018 a 28 de abril 2019

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EMA BERTA

A Luminosa Exaltação das Sombras

 

 

 

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3 GERAÇÕES

CARLOS BARREIRA

CRISTINA VALADAS

JOÃO RIBEIRO

 

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO
27 outubro de 2018 a 28 de abril 2019

 

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2018 - 2019

 

 

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MESA DOS SONHOS

DUAS COLEÇÕES DE ARTE CONTEMPORÂNEA

 

19 abril a 14 outubro 2018


MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO

 

Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, Joaquim Bravo, Joel Fisher, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Leonor Antunes, Luísa Correia Pereira, Marcelo Cidade, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Silvia Bächli.

 

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"Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” reúne cerca de 30 obras da Coleção de Serralves e da Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). A exposição resgata para o seu título um poema de Alexandre O’Neill, poeta e artista visual com uma relevante obra no âmbito do desenho, e parte da mesa enquanto metáfora e realidade vivida — um lugar de encontro, de confronto, de comunhão, de deriva, e um espaço social, seja na intimidade da casa ou num espaço aberto e partilhado como o espaço público.

 

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"Mesa dos sonhos” não pretende fixar-se num único meio de expressão artística, mas estabelecer diálogos e confrontos entre diferentes modos de produção e de pensamento. Através do diálogo entre as duas coleções, o espectador é convocado para uma pluralidade de universos e de questões estéticas, políticas e poéticas.

 

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Embora as duas coleções tenham perfis e dimensões diferentes, aproximam-se e complementam-se exemplarmente: a Coleção da FLAD tem um acervo de desenho considerável de artistas portugueses, que a Coleção de Serralves, muito rica no mesmo período (anos 1960–2000), vem contextualizar internacionalmente.

 

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"Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

 

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Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto
Curadoria: João Silvério

Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto
Curadoria: João Silvério

 

 

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2017-2018

 

 

JOÃO MACHADO, ARTE DA COR 

de 28.out.17 a 8.abr.18

Convite JOÃO MACHADO FINAL 15

 

O MACNA apresenta, de 28 de Outubro de 1017 a 8 de Abril de 2018, uma extensa homenagem à obra do internacionalmente aclamado designer João Machado.

 

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Comissariada por António Augusto Joel, a exposição JOÃO MACHADO, ARTE DA COR exibe diversos desenhos do autor, das décadas de 1970 e 1980, originalmente executados a tinta-da-china e posteriormente reproduzidos em obras de literatura infantil, vários outros desenhos originais, de carácter satírico e até iconociasta, bem como algumas importantes obras inéditas.

 

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Encontram-se ainda patentes muitas das esculturas abstractas executadas por João Machado, na transição da década de 1960 para a de 1970, que documentam a contemporaneidade da sua criação, a plena sintonia do escultor com os movimentos artísticos internacionais e uma evidente interligação destas obras com a sua posterior produção na área cartazística.

 

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Entre os mais de 150 cartazes expostos, ilustra-se a contribuição do designer para a definição, durante a década de 1980, de uma icónica e inconfundível imagem de marca dos diversos eventos promovidos pela Associação Industrial Portuense e para a consolidação da imagem gráfica do Cinanima, projecto que tem vindo a desenvolver desde 1977.

 

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Documenta-se também a ligação do autor a inúmeras causas ecológicas, ambientais e sociais, bem como o gradual estabelecimento da sua consagrada carreira internacional e a entusiástica apreciação que a crítica e os grandes mestres do design expressam pela sua obra.

 

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Alguns dos motivos destes cartazes servem, ainda, como leit-motiv para a criação experimental e apresentação de peças tridimensionais, procurando explorar as fronteiras entre a obra efémera, o cartaz e a escultura.

 

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Nascido em Coimbra, no ano de 1942, João Machado licenciou-se em escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde veio também a ser professor de Desenho Gráfico, tendo sido agraciado já com diversas altas distinções internacionais, de entre as quais se salienta o prémio ICOGRADA Excellence (1999).

 

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Na área do design, recebeu ainda o Grande Prémio ASIAGO (2005, 2007, 2010, 2014), pelas suas criações na área da filatelia, e, nas áreas de Design e Poster Annual, os galardões Platinum (2014, 2017), Gold (2007, 2017) e Silver (2014, 2017) da GRAPHIS, instituição que já lhe havia concedido o grau de Design Master em 2014.

 

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Página oficial de João Machado:  João Machado

 

 

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