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“Arquitectura sobre Tela”

Junho de 2017 a Março 2020

 

 

“Arquitectura sobre Tela”

O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA) apresenta “Arquitectura sobre Tela”, a primeira exposição monográfica do mestre flaviense, Nadir Afonso, dedicada ao seu percurso arquitectónico fundamental de uma vida passada do espaço para a tela e da tela para o espaço. A “Arquitectura” diz respeito à componente pessoal Nadir Afonso — talvez até mais que profissional —, enquanto “sobre” e “tela” nos remetem para o universo material e conceptual do autor e da sua obra.

 

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Como nómada, Nadir passa grande parte da sua existência em itinerante promenade, uma que é pausada apenas pelo exercício da arquitectura, cujo sustento se torna a grande tenda que o protege da vastidão de um deserto que é o mundo e na busca de um oásis que é a sua arte. A geometria é a ferramenta fundadora das suas abstrações arquitectónicas, nas quais grelhas, edifícios e cidades se deitam e se compõem sobre a tela em forma de tinta, em vez de betão, tijolo ou reboco.

 

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A mostra inclui inúmeras telas de viagem deste pintor-arquitecto, bem como desenhos, cartas, maquetes e pinturas das colaborações com Le Corbusier, Orcar Niemeyer, Georges Candilis, Fernando Távora e, finalmente, Álvaro Siza. É no MACNA que Nadir encontra agora a sua casa, um museu suspenso que funde a amada ponte romana com a ordem de Haus der Kunst, a fenêtre en longueur da Villa Savoye, a horizontalidade dos palácios do Ibirapuera e platonismos cinéticos. Num alargado Grand Tour pelas mais icónicas metrópoles de Nadir, entre 1942 e 2013, o percurso é estruturado igualmente por projectos nacionais: do Monumento ao Infante D. Henrique, em Sagres, aos estudos urbanos da cidade de Chaves.

 

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“Nadir Afonso - Chaves Para Uma Obra”


Julho de 2016 a Maio 2017

 

CAPA LIVRO

 

“Nadir Afonso — Chaves para uma Obra”
julho de 2016 a maio de 2017


A exposição “Nadir Afonso – Chaves para uma obra” coincide com a abertura ao público do MACNA - Museu de Arte Contemporânea, dedicando todos os espaços expositivos do MACNA à obra do Pintor Flaviense Nadir Afonso, que dá nome ao Museu de Arte Contemporânea.


Esta exposição reúne as primeiras obras do autor, passando depois pela sua fase modernista inicial, o surrealismo, passando pela abstração geométrica, o período barroco e egípcio, a fase dos “Espacillimité” e as cidades, em suma, uma representação aos primeiros 35 dos 70 anos de trabalho de Nadir Afonso.


Curadoria de Bernardo Pinto de Almeida

 

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A coincidir com a inauguração e abertura do MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, “Nadir Afonso – Chaves para uma Obra” é uma exposição alusiva a 35 dos 70 anos de trabalho do pintor.


A exposição inicia com as primeiras telas pintadas por Nadir Afonso a partir dos 15 anos, onde são retratados rostos de familiares e elementos da cidade de Chaves, sua terra natal.

 

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Segue-se a fase modernista inicial, o surrealismo, desenvolvendo obras abstratas de vanguarda internacional.


Do surrealismo, Nadir Afonso parte para uma abstração mais geométrica seguindo-se o Período Barroco e Egípcio.

 

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Na fase dos “Espacillimité”, momento chave da sua obra, onde introduziu elementos cinéticos nos seus trabalhos, através da criação de uma máquina que permite que uma pintura rode sobre si mesma como se fosse um filme.

 

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A última parte da exposição incide sobre o tema cidades, imagens idealizadas das cidades, e evocações de cidades.

 

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